Sedução

Onze coisas que as mulheres não aguentam mais ouvir no Brasil : e por quê

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Meiga peludinha adora um bom minete até. Atende sem pressa. Oral delicioso ao natural. Coninha bem guentinha e assesorios. Tlm

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Gwyneth Montenegro, de 39 anos, foi acompanhante de luxo durante 12 anos e dormiu com mais de 10 mil homens. É a fantasia principal deles, afirma. A mulher ainda diz que uma das coisas mais importantes é que pareça que estamos a gostar, mesmo que estejamos só a fingir. Tem de se trabalhar dentro dos limites, esclarece. Uma das perguntas que as mulheres mais fazem e querem ver esclarecida diz respeito ao tamanho do peito e a importância que isso pode ter para o parceiro. Outro dos mitos é que os homens só querem as mulheres restante jovens. Com a experiência que tem, Gwyneth garante que as mulheres podem ser bem-sucedidas em qualquer idade e que muitas vezes, as de 30, 40 e 50 anos ganham muito dinheiro. Gwyneth garante que conheceu uma profissional do sexo que, com restante de 70 anos, ganhava mais de euros por hora. Como é que poderia ficar quieta, quando sei disto?

Cantadas de rua

Mulheres escutam frases machistas horripilantes todos os dias. Chegou a hora de transferir essa realidade Foto: Getty Images. Grazielle Silva , 43 anos, auditora de qualidade. Sempre quando alguém fala isso para mim, olho para o espelho e fico me imaginando mais nova. Ao ver as marcas da velhice no meu rosto, me bate uma tristeza Cleide Ribeiro , 55 anos, cabeleireira. E se chamar, tem algum problema? Eu duvido que algum homem-feito nessa Terra tenha ouvido algo similar. Eu posso usar a roupa que eu quiser, do comprimento que eu desejar e ninguém pode podar os meus gostos.

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Nome, Agência Brasil. Casos recentes de estupro coletivo reacenderam o debate sobre violência sexual no Brasil. Enquanto o país tenta entender por que registra 50 mil estupros por ano, discute-se o impacto negativo do machismo e de pequenos gestos cotidianos que alimentam essa cultura. A jornalista Brenda Fucuta é uma observadora atenta das questões femininas contemporâneas. Dirigiu algumas das principais revistas femininas do país e edita o site Mulheres Incríveisque traz conversas com executivas de grandes empresas e jovens ativistas do feminismo brasileiro. De olho na nova agenda do empoderamento feminino, Brenda mostra como certos conceitos e expressões legitimam uma suposta superioridade presumível dos homens.

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